segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Ela nunca ligou pra fidelidade ou lealdade, ela sequer sabe diferenciar os dois, mas sempre fez questão da sinceridade. Ela queria matar a raiva com amor, e fazer do amor imortal, pois seria mérito depois de tanta raiva. Ela queria uma história e um amor. O amor chegou, e iniciou-se a história. Ele escreveu o primeiro capítulo, ela o segundo. Hoje, ela acha que está quase finalizando a história. Mas ela não sabe se o amor já acabou, nem aonde ele está. Talvez seja insegurança dela, ou medo, como ele mesmo disse há algum tempo atrás, mas não é medo não. Medo, ela tem de outras coisas, não dele. E isso ela já disse, e disse tanta coisa, que deve até ter o deixado confuso, pois, ela disse o que pensava, o que esperava e nada do que precisava. Os dias estão assim com ele, ela precisa perguntar tantas coisas, falar tantas coisas e quando ela o vê, nada sai. E a história fantasiada deles já foi assunto de suas conversas, dos seus pensamentos, e dos seus textos por tempo demais.

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